Veja as dúvidas mais frequentes sobre inscrição no Seminário carajás 30 Anos

Acompanhe as principais dúvidas sobre o processo de inscrição, num levantamento feito pela Secretaria do Seminário Internacional, e assegure logo sua vaga.

DÚVIDAS FREQUENTES

1.    Não consegui realizar o envio do meu trabalho. E agora?
Os problemas que estavam ocorrendo no site, em relação ao envio dos trabalhos já foram resolvidos. Você pode refazer o processo de inscrição, e enviar seu trabalho normalmente.

2.    O que é necessário para a inscrição do trabalho?
Para a inscrição de trabalhos, é necessário o envio de um resumo que deve ter até 1500 caracteres (em torno de 15 linhas).

3.    Como devo proceder para realizar minha inscrição de trabalho?
Para fazer a inscrição de trabalhos, na página inicial você clica em Inscrições. Depois, acesse o link inscrições de trabalho. Em seguida, preencha o formulário de inscrição, indicando a modalidade  (se comunicação oral ou pôster), selecione o GT no qual deseja inscrever-se.  Ao confirmar sua inscrição, você será direcionado para a página onde irá anexar o arquivo com o resumo.

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Sobre as inscrições para o Seminário Final em São Luís: Atenção!

Depois de um final de semana de intensas atividades nos seminários locais de Marabá/PA e Santa Inês, no Maranhão, cujos resultados foram considerados excelentes, tanto pelos participantes quanto pela Coordenação do Seminário Carajás 30 Anos, e com o intuito de assegurar todas as inscrições daqueles que pretendem apresentar trabalhos durante o Seminário Final, que acontecem em maio em São Luís, a Coordenação avisa: ESTÃO PRORROGADAS, ATÉ A PRÓXIMA SEXTA-FEIRA, DIA 28 DE MARÇO DE 2014, AS INSCRIÇÕES ATRAVÉS DESTA PÁGINA.

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Começa Seminário de Marabá, com discussões sobre o Trabalho Escravo

Durante toda esta sexta-feira, 21, acontecem as discussões sobre Trabalho Escravo, que, na fala de Jônatas Andrade, juiz da Segunda Vara do Trabalho de Marabá e membro do GAETE (Grupo Interinstitucional para Erradicação do Trabalho Escravo), "vem acompanhado de morte no campo, grilagem e desmatamento".
 
O Debate com os membros do GAETE, no qual estão presentes militantes do MST, do MAB (Atingidos por Barragens), CPT, CIMI, pesquisadores do Brasil e do exterior, Justiça nos Trilhos, sindicalistas, entre outros, acontece já como programação do Seminário Local Carajás 30 Anos em Marabá, que tem como tema "Desenvolvimento ou Saque e Destruição?", cuja abertura oficial acontece nesta sexta-feira à noite, no Campus da UFPA em Marabá, com a palestra "A Atual dinâmica do capital e suas contradições", com o professor Aluízio Leal (UFPA).
 
 
Além do juiz Jônatas Andrade, compunham a mesa de abertura dos trabalhos desta sexta-feira pela manhã Rafael Mondego, procurador do Trabalho em Marabá, Geuza Morgado, da CPT/Marabá, o professor Airton Pereira, do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da UEPA e Hilário Lopes, da Comissão Pastoral da Terra, de Tucuruí.


Trabalho Escravo e Grandes Projetos de Desenvolvimento - Os representantes da área jurídica foram enfáticos em suas falas no sentido dos danos à luta contra o trabalho escravo que podem ser causados casoa a legislação deixe de lado a dignidade da pessoa humana. "Trabalho escravo não é apenas aquele que há no imaginário, com grilhões, e correntes nos pés", considerou o procurador do Ministério Público do Trabalho. Também para o juiz da 4ª Vara do Trabalho, não dá para retroceder na legislação em relação à situação degradante, um dos elementos do conceito de trabalho escravo. Dívidas impagáveis, falta de alimentação e/ou água potável, entre outras situações, caso se mexa no conceito, cairiam na impunidade.

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